
Conforme informamos, o time sediado em Brasília não assinou as fichas de inscrição até o tempo limite [12h30 desta sexta-feira] e, com isso, Antonio Pizzonia e Claudio Capparelli não disputam a corrida deste domingo.
Amir Nasr deu declarações ao site Tazio, e expressou sua frustração com a situação. "Isso mostra a fragilidade do nosso automobilismo", afirmou o dono da equipe.
"Tentamos até o último momento", disse. "O problema é só financeiro, e vem desde o começo do ano. A gente tentou prolongar, achando que conseguiria resolver isso com resultados, mas não foi o suficiente", afirmou Amir.
"Agora, tivemos que tomar a decisão mais difícil, bem longe do que a gente queria. Isso mostra a fragilidade do nosso automobilismo. Nunca imaginei chegar em uma situação dessas", continuou o brasiliense, que fez uma comparação com a situação de seu sobrinho, Luis Felipe Nasr, novo campeão europeu de F-BMW.
"Fui com meu sobrinho para a Europa, e nosso combinado com a equipe era só a primeira, pois a gente não tinha dinheiro. Só que ele não só resolveu o ano e garantiu a carreira até a F-1. São realidades diferentes. Uma pena."
Amir também lamentou muito por seus pilotos, principalmente por Pizzonia: "A gente está junto. Fico decepcionado com isso, mais chateado por ele, que fez um trabalho legal, com poucos recursos. A experiência das duas partes contou muito. É frustrante. Ele está sofrendo tanto ou mais quanto a gente."
Por fim, Amir Nasr espera garantir orçamento suficiente para disputar a próxima etapa, marcada para o dia 4 de outubro em Campo Grande : "Nem saí de Brasília. Ontem evitei falar com as pessoas, pois estava tentando remediar a situação. Vamos ver o que a gente consegue para Campo Grande. Nossa meta é estar lá competindo".
Amir Nasr deu declarações ao site Tazio, e expressou sua frustração com a situação. "Isso mostra a fragilidade do nosso automobilismo", afirmou o dono da equipe.
"Tentamos até o último momento", disse. "O problema é só financeiro, e vem desde o começo do ano. A gente tentou prolongar, achando que conseguiria resolver isso com resultados, mas não foi o suficiente", afirmou Amir.
"Agora, tivemos que tomar a decisão mais difícil, bem longe do que a gente queria. Isso mostra a fragilidade do nosso automobilismo. Nunca imaginei chegar em uma situação dessas", continuou o brasiliense, que fez uma comparação com a situação de seu sobrinho, Luis Felipe Nasr, novo campeão europeu de F-BMW.
"Fui com meu sobrinho para a Europa, e nosso combinado com a equipe era só a primeira, pois a gente não tinha dinheiro. Só que ele não só resolveu o ano e garantiu a carreira até a F-1. São realidades diferentes. Uma pena."
Amir também lamentou muito por seus pilotos, principalmente por Pizzonia: "A gente está junto. Fico decepcionado com isso, mais chateado por ele, que fez um trabalho legal, com poucos recursos. A experiência das duas partes contou muito. É frustrante. Ele está sofrendo tanto ou mais quanto a gente."
Por fim, Amir Nasr espera garantir orçamento suficiente para disputar a próxima etapa, marcada para o dia 4 de outubro em Campo Grande : "Nem saí de Brasília. Ontem evitei falar com as pessoas, pois estava tentando remediar a situação. Vamos ver o que a gente consegue para Campo Grande. Nossa meta é estar lá competindo".
Nenhum comentário:
Postar um comentário