
Nelsinho Piquet principal envolvido na denuncia da manipulação do resultado declarou a carta a imprensa que esta aliviado e que começara do zero sua careira, mesmo depois de inocentado pelo Conselho Mundial.
Confira a Carta:
"Estou aliviado que a investigação da FIA tenha sido concluída. Foi melhor do que saber da verdade e aceitar as consequências. A coisa mais positiva de ter chamado atenção para isto é que coisas como essas nunca mais acontecerão", disse.
"Sinto grande arrependimento por minha atitude de seguir a ordem que recebi. Penso todo dia que não deveria ter feito isso", lamentou.
"Não sei o quanto minha explicação fará as pessoas entenderem que ser um piloto é um privilégio, e foi para mim. Só o que posso dizer é que minha situação na Renault virou um pesadelo."
"De repente me vi à mercê de Briatore. Seu caráter real, que antes era conhecido por poucas pessoas, agora veio à tona. Ele foi meu agente e chefe da equipe, tinha meu futuro em suas mãos, mas não cuidou dele."
"Após o episódio de Cingapura, ele me isolou e me jogou ao ponto mais baixo que já atingi na vida. Agora, que estou fora de tudo isso, não posso acreditar que contribuí com seus planos, mas quando me foi oferecido pensei que não deveria rejeitar", afirmou Nelsinho.
"Ouvindo agora as reações de Briatore à minha batida e os comentários que ele fez à imprensa nas últimas duas semanas é claro para mim que fui simplesmente usado por ele", disse o brasileiro, referindo-se às afirmações do italiano de que ele teria um caso homossexual com um homem mais velho.
"Tive de aprender lições difíceis nos últimos doze meses e considero que foi valioso para minha vida. Tenho consciência de que terei que começar minha carreira do zero, mas tenho esperanças de que uma equipe reconheça o quão pressionado fui na Renault e me dê uma chance", completou.
"O que pode ser assegurado é que não existe outro piloto na F-1 tão determinado quanto eu a provar que sou capaz. Como minhas palavras finais, gostaria de repetir que sinto muito por todos que trabalham na F-1, os fãs e os dirigentes."
"Não espero que isso seja esquecido, mas ao menos que as pessoas tirem conclusões baseadas no que realmente aconteceu", finalizou Nelsinho.
"Sinto grande arrependimento por minha atitude de seguir a ordem que recebi. Penso todo dia que não deveria ter feito isso", lamentou.
"Não sei o quanto minha explicação fará as pessoas entenderem que ser um piloto é um privilégio, e foi para mim. Só o que posso dizer é que minha situação na Renault virou um pesadelo."
"De repente me vi à mercê de Briatore. Seu caráter real, que antes era conhecido por poucas pessoas, agora veio à tona. Ele foi meu agente e chefe da equipe, tinha meu futuro em suas mãos, mas não cuidou dele."
"Após o episódio de Cingapura, ele me isolou e me jogou ao ponto mais baixo que já atingi na vida. Agora, que estou fora de tudo isso, não posso acreditar que contribuí com seus planos, mas quando me foi oferecido pensei que não deveria rejeitar", afirmou Nelsinho.
"Ouvindo agora as reações de Briatore à minha batida e os comentários que ele fez à imprensa nas últimas duas semanas é claro para mim que fui simplesmente usado por ele", disse o brasileiro, referindo-se às afirmações do italiano de que ele teria um caso homossexual com um homem mais velho.
"Tive de aprender lições difíceis nos últimos doze meses e considero que foi valioso para minha vida. Tenho consciência de que terei que começar minha carreira do zero, mas tenho esperanças de que uma equipe reconheça o quão pressionado fui na Renault e me dê uma chance", completou.
"O que pode ser assegurado é que não existe outro piloto na F-1 tão determinado quanto eu a provar que sou capaz. Como minhas palavras finais, gostaria de repetir que sinto muito por todos que trabalham na F-1, os fãs e os dirigentes."
"Não espero que isso seja esquecido, mas ao menos que as pessoas tirem conclusões baseadas no que realmente aconteceu", finalizou Nelsinho.
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